Dicas de VestibularConcorrer a uma vaga em universidades públicas e em algumas faculdades é um desafio para todos que estudam para o vestibular. As universidades públicas, como as mais concorridas, oferecem um ensino gratuito e se destacam pela qualidade do ensino.

Em época de vestibular ou mesmo antes, no pré vestibular, os candidatos passam por um campo de batalhas quando investem nos estudos. Cursinhos, cursos online, dicas, alimentação, livros e outros itens se encontram na cabeça de um vestibulando.

Inicialmente, com a história do vestibular, a necessidade de encontrar pessoas preparadas para executar determinados serviços para os chineses foi uma alternativa de seleção e o método foi se espalhando para outros países, até chegar ao Brasil, em 1837 nas escolas de elite.

A partir daí, o sucesso dos exames preparatórios intitulados mais tarde de vestibular - foi chamando a atenção de universidades e trazendo consigo um problema: o método "nota mínima" classificava muitos candidatos e isso não correspondia ao número de faculdades cadastradas. Com isso, o governo implementa uma lei para melhorar a situação.

A educação é uma das bases que constitui a história de uma civilização e é um item importante. Com as provas de vestibular, cada faculdade ficou responsável por realizar diferentes métodos e, com o passar dos anos, foram inovando nas formas de avaliação.

As universidades e faculdades foram crescendo no Brasil e a disputa entre os cursos começaram a ser mais frequentes. As universidades empenhadas em levar o melhor para o estudante, assim como os cursos preparatórios que trazem novidades para os candidatos, mostram que, para um aluno passar numa prova de vestibular, é necessário ter um foco. Neste site você irá aprender métodos de estudos, assim como se preparar para o futuro e entender que tudo depende da sua decisão.

Outro fato são as bolsas de estudos, procurar universidades no exterior para fazer pós-graduação e ou graduação, ou mesmo aqui no Brasil. Isso pode ser uma oportunidade para ingressar na universidade.

Para a prova de vestibular, você verá também dicas para redação, os problemas mais comuns que o vestibulando enfrenta, dicas para o dia da prova e algumas perguntas que merecem destaque para você se informar profundamente sobre questões referentes ao exame.  

Por que fazer vestibular?

História do VestibularOu melhor, por que inventaram o vestibular? Não é mais fácil trabalhar, ficar sem uma graduação, simplesmente montar um negócio próprio e ter sucesso na vida?

Para entender esses questionamentos, vamos conhecer um pouco sobre a história do vestibular.

Foi com os chineses, no século X, que surgiram exames elaborados pelos imperadores da dinastia Sung. O objetivo do sistema era selecionar futuros funcionários. As provas eram difíceis e os critérios de avaliação eram severos, para impedir a fraude. Na Europa, esse sistema de seleção chegou depois de oito séculos e após a revolução francesa.

Em meados do século XVIII, surgiram os exames preparatórios no Brasil. Porém, somente em 1837, esses testes foram incorporados nos colégios de elite. Naquela época, os exames não eram tão concorridos como atualmente.

Em 1911, foi instituída uma lei que obrigava nas faculdades à realização de exames preparatórios para os estudantes. O desafio havia começado para os jovens e os testes eram realizados em duas etapas, uma escrita e dissertativa e outra oral. O nome vestibular surge após o decreto nº 11530, em 1915.

Em São Paulo, na década de 60, com a criação da Fundação Carlos Chagas, surgem os testes de múltipla escolha, as famosas perguntas objetivas, que ganharam o auxílio da informática.

A Universidade de São Paulo (USP) foi uma das primeiras a utilizar esse sistema em seu curso de medicina. E, com o sucesso das provas de vestibular mais candidatos optaram pelos exames, que foram se aprimorando. Apesar da grande euforia dos vestibulares, o critério de avaliação que até então era chamado de nota mínima trouxe problemas: o número de pessoas aprovadas não correspondia o número de faculdades cadastradas. Os candidatos que foram excluídos, por causa disso, realizaram um movimento nacional. Para solucionar o problema, o governo implementou a lei 5540/68, cujo sistema classificatório seria o de corte por nota máxima.

Foi na década de 70 que, da necessidade de um novo sistema para organização, surgiu a Comissão Nacional do Vestibular Unificado. E, em 1976, a USP cria a FUVEST ( a primeira prova realizada foi somente no ano seguinte), onde, por meio dela, candidatos de outras instituições estaduais seriam avaliados. Em 1994, é acrescentada a essa prova questões de Conhecimentos Gerais e a primeira fase passa a ser eliminatória.

Apesar de instituída a lei, ainda havia muitos candidatos sem vagas nas escolas públicas e o Ministério da Educação tomou medidas que autorizavam a abertura de universidades particulares. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, o governou definiu que o sistema federal de ensino é formado pelas instituições mantidas pela União e as instituições de ensino superior criadas e mantidas pela iniciativa privada e os órgãos federais de educação. A partir desse momento, cada entidade podia escolher o sistema de ingresso que lhe fosse conveniente.

Em 2007, segundo o levantamento feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio TeixeiraINEP, 2.141 universidades privadas se localizavam no Brasil. Infelizmente, ainda não existe uma faculdade para todos. Muitos não têm a oportunidade de cursar o ensino fundamental completo. Como prevê a Constituição Federal, é dever do Estado e direito do cidadão receber a educação. Ela é primordial na vida de qualquer ser humano. Com ela, uma nação se desenvolve, aumenta renda e, consecutivamente, a qualidade de vida. 

O quadro da educação no Brasil ainda não é satisfatório. A taxa de analfabetismo em 2009, segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de 9,7%, ou seja, um total de 14,2 milhões de pessoas. Até 2015, o Brasil quer chegar à taxa de 6,7%. Essa é uma das metas definidas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Ainda de acordo com os dados, em 2009, 36,9% das pessoas de 25 anos ou mais possuiam ensino fundamental incompleto ou equivalente. Em comparação aos outros anos, é perceptível que essas taxas vêm diminuindo.

Apesar disso, o índice de repetência existente no Brasil representa um dos maiores da América Latina e Caribe. Cerca de 24,5% repetem a primeira série do Ensino Fundamental. É o que aponta os estudos sobre a "Situação da Educação na América Latina e Caribe 2010", feito pela UNESCO.

“Há dois desafios fundamentais na educação na América Latina. Um é acesso igualitário à educação; o outro é a qualidade dessa educação. A igualdade é um desafio não só no Brasil e não só na América Latina, mas também em outros países. O desenvolvimento econômico rápido deixa problemas de desequilíbrio. Algumas pessoas se tornam rapidamente ricas, mas outras são deixadas para trás”. Qian Tang, diretor geral adjunto de Educação da UNESCO.